terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

EDUCAÇÃO E ÀS NOVAS TECNOLOGIAS


Nos dias de hoje, observa-se que a Educação, está sofrendo varias mudanças alavancado pela nova estruturação econômica mundial e também pelas novas tecnologias. Portanto, a prática educacional esta modificando e sendo reconstruídos numa nova visão, num novo ambiente cognitivo que está se estruturando. Dessa forma, é importante dizer que essas mudanças não favorecem a todos, porque essas mudanças estão vinculadas à postura de quem está estruturando essa proposta educacional como: instituições, professores, comunidade.

Portanto, nesse novo contexto, a questão da educação, do posicionamento do professor frente à novas tecnologias. Essas são questões que determinam a eficácia do processo de construção do conhecimento. Processo este em que a interação entre sujeito e objeto se constitui de forma lógica, assim, o ensinante é também o aprendente.





A aprendizagem supõe pelo menos dois componentes interligados: o primeiro, é o esforço reconstrutivo pessoal do aluno; o segundo, é uma ambiência humana favorável, onde se destaca o papel maiêutico do professor .(DEMO, p.167, 2008).





Assim, conforme é colocado na citação, o aprendiz é quem irá desenvolver seu processo de aprendizagem, mas este não é somente individual, e também social, o que refere há reforçar a importância do professor, como mediador, para que ocorra a aprendizagem.

Além disso, as políticas educacionais vêm transformando as relações de trabalho do educador, através da inserção das novas tecnologias, dando uma forma mais significativa no cotidiano dos profissionais da educação. Logo, impulsionado pelos avanços tecnológicos, o professor modifica sua prática pedagógica, utilizando-se das ferramentas tecnológicas que vêm transformando o contexto social e também educacional.

Deste modo, em relação à prática pedagógica, por mais que a educação se transforme com um emprego de novas metodologias e tecnologias, o professor, através da sua postura e do seu conhecimento, é quem efetiva a utilização desse aparato tecnológico e científico Claxton (2009). Dessa forma, o professor redimensiona a sua prática pedagógica, deixando de ser o transmissor de conhecimento para ser o estimulador. “O professor se transforma agora no estimulador da curiosidade do aluno por querer conhecer, por pesquisar, por buscar a informação mais relevante”. (Moran, 2000).

Ao estabelecer sua proposta pedagógica, utilizando as novas tecnologias, o professor precisa desenvolver vínculo com o aluno, conhecer seu interesse, saber o que o aluno já sabe, o que o aluno não sabe, ou seja, motivar o aluno a fazer parte da proposta pedagógica, colocando-o a par sobre o que será abordado e convidando-o a contribuir. “Os alunos captam se o professor gosta de ensinar e principalmente se gosta deles e isso facilita a sua prontidão para aprender”. (Moran, 2012).

Portanto, o educador detém um lugar de destaque na aprendizagem porque possui uma formação específica, sendo corroborado por sua formação acadêmica para trabalhar nessa área. Para que a atuação do professor seja satisfatória, ele necessita estar constantemente se atualizando sempre com as novas tecnologias.

Na atualidade o professor deve ser um pesquisador, assumindo um compromisso com o questionamento reconstrutivo a fim de ultrapassar a simples socialização do conhecimento. Para tanto, é fundamental a consciência crítica, o questionamento para a construção ou para a realização de intervenção alternativa. O professor ao estruturar o planejamento da sua aula e ao utilizar novas técnicas estará experimentando outras propostas pedagógicas, qualificando o processo de ensino aprendizagem.

Dentro desse novo panorama, importante, sem sombra de dúvidas, é a questão da possibilidade do uso das novas tecnologias, pelo professor na educação. Logo, para a construção do conhecimento do aluno atual, o professor assume o papel do mediador e orientador, que pode ser designado não somente ao professor, como também a um outro sujeito com maior conhecimento sobre o assunto desenvolvido.

O professor, com o uso das novas tecnologias em sala de aula, pode se tornar um orientador do processo de aprendizagem, trabalhando de maneira equilibrada a orientação intelectual, a emocional e a gerencial. (Moran, 2000). Assim, muitas vezes, este profissional procura acompanhar as mudanças pedagógicas que vêm ocorrendo. Porém, não conseguem exercer o seu papel no processo educativo. É imprescindível a reconstrução desse papel de reprodutor para transformador.

O professor, assim, como mediador, facilitador do processo de aprendizagem, fazendo uso das novas tecnologias é quem irá desenvolver em sua prática pedagógica, utilizando as novas tecnologias. Através dessa proposta, o aluno construirá estruturas mentais que darão suporte para o uso da ferramenta tecnologia em qualquer situação.

A medida que o professor redimensionar a relação das novas tecnologias com a apropriação do seu conhecimento, será possível a reconstrução de um novo panorama da prática pedagógica.

No entanto, o professor pensando no aluno, precisa estruturar uma proposta tecnologicamente avançada, pois a “construção da autonomia da aprendizagem do aluno também se faz nessa nova relação, quando o aluno aprende sobre o seu aprender”. (SETZER, 2012).





Referências Bibliográficas





CLAXTON, G. O Desafio de aprender ao longo da vida. Porto Alegre: Artmed, 2009.



DEMO, Pedro. Questões para Teleducação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.



MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos T., BEHRENS, Marilda A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas, SP: Papirus, 2000.



MORAN, José Manuel. Ensino e aprendizagem inovadores com tecnologias. Artigo disponível online http://www.eca.usp.br/prof/moran Consultado em 06/02/2012



SETZER, Valdemar W. Uma revisão de argumentos em favor do uso de computadores na educação elementar. Artigo disponível online http://www.ime.usp.br/~vwsetzer Consultado em 30/01/2012.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A Cultura Cibernética na visão de Laymert Garcia dos Santos


1.      Laymert a cultura cibernética evolui numa rapidez espantosa estamos vivendo uma aceleração da aceleração. Aquilo que os jovens conseguem fazer com muita velocidade e facilidade, pelo menos aqueles que estão inseridos neste mundo digital, eles também vão ter que saber lidar com a evolução crescente. Caso contrário, ficarão numa situação semelhante à da geração anterior. Assim, você acha que a educação esta acompanhando essa aceleração da aceleração, ou a educação esta fazendo igual a geração anterior, tendo muita dificuldade para acompanhar o aceleração da cultura cibernética.?



2.      Num país tão diverso quanto o Brasil, de desigualdades sociais tão grandes, como é que a cultura cibernética entra no cenario social e cultura dos brasileiro, será so uma mudanças de uso das novas tecnologias, ou a uma mudanças significativa na cultura do brasileiro?


Responda, considerando a visão de Laymert.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Cibercultura e Cultura Digital


Na visão de Marcelo Tas a ferramenta digital se remete principalmente da possibilidade de se comunicar, tendo nessa comunicação quem fala e quem ouve. Marcelo Tas afirma que não há porque reforçar o digital, pois vivemos essa cultura, as mídias estão impregnadas de cultura digital. Além disso, Lucia Santaella, ao se referi à definição de mídia, diz que é então muito falada e afirmada, como afirmado por Tas, justamente por ela ser o nosso presente. Assim, ela surgiu, e as novas gerações nem notam a diferença que nós notamos. Dessa forma, os dois relatam sobre a enormidade de informações e de possibilidade de interação na comunicação.

Conforme, Tas coloca que em relação as mídias, não é o número de acessos que dirá se isto ou aqui é de qualidade, é interessante, é necessário. Um exemplo são os vários sites acessados na rede da Internet. Portanto, um dos pontos relevantes seja a reorganização dos hábitos de socialização que a Internet proporciona. Deste modo, a Internet é como um fator modificador das relações sociais é especialmente enquadrada, em nosso ponto de vista, pelo estudo das comunidades virtuais, como forma mais pura de conseqüência da interação entre o humano e o ciberespaço. Assim, não há interação física, não há proximidade geográfica. Essas comunidades estruturam-se fundamentalmente sobre um único aspecto, o interesse em comum de seus membros. A partir deste interesse, as pessoas conseguiriam criar entre si relações sociais independentes do fator físico, e com o tempo essas relações tornar-se de tal forma poderosas que poderiam ser classificadas como laços comunitários.

Além disso, podemos falar do hipertexto sendo um termo que remete a um texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. A Web (rede de alcance mundial) é o sistema de hipertexto mais conhecido. Já, a forma não-linear é uma estrutura que não apresenta um único sentido. Logo, a estrutura que apresenta múltiplos caminhos e destinos desencadeando em múltiplos finais (as informações não aparecem de forma sequencial: início, meio e fim. O multilinear tem uma estrutura que apresenta diversos caminhos, vários segmentos, mas que estão amparados acerca de um mesmo contexto. Pensando na disciplina do curso e nas atividades que temos organizado, estamos construindo hipertextos de modo multilinear, em que teremos várias opiniões, vários conteúdos, por meio de diversos modos, a respeito de um mesmo contexto que é a própria disciplina.

Além disso, o hipertexto é, de fato, representações transitórias e temporárias dos códigos digitais armazenados na memória do computador. Por isso os textos na tela são virtuais no sentido de que eles são percebidos compreendidos para serem diferentes do que eles realmente são. O texto virtual é abstrato, ele é sempre um simulacro no qual não existe instância física. O hipertexto estimula um outro tipo de pensamento: telegráfico, modular, não linear, maleável, cooperativo. Está mais próximo da forma como nós organizamos nossos pensamentos. O hipertexto é um discurso eletrônico mais dinâmico e sua concepção é centrada no processo. Dessa forma, estamos criando um hipertexto em nosso moodle.